
O que é Vírus?
O vírus é um software projetado e escrito para afetar de forma adversa o seu computador e fazer alterações sem a sua permissão. Ele é um código de programa que invade um de seus arquivos executáveis e se espalha para todos os outros. O computador não cria vírus espontaneamente. Eles precisam ser escritos e ter um objetivo específico. O vírus pode causar danos aos programas que altera, comprometendo a operação do sistema e os dados dos usuários.
O que são Trojans?
Um Trojan Horse é um programa que faz algum tipo de atividade maléfica porém ele não se espalha automaticamente.
Geralmente, trojans são malware simples de se remover comparando aos worms e vírus.
As maiorias dos trojans incluem também o que chamamos de backdoor.
Também existem os Trojan Droppers. Esses são identificados pelos antivírus, como Dropper.X ou Trojan.Dropper.X. Os Droppers seguem a história de Tróia: Droppers são programas que deviam, por exemplo, tocar uma música, quando na verdade instalam o Trojan. Trojan Droppers são comuns em programas ilegais, como geradores de créditos para celulares e ferramentas para criação de vírus.
Escaneamento
Este é o método mais antigo, e ainda hoje um dos principais métodos utilizados por todos os programas anti-vírus do mercado.
Envolve o escaneamento em busca de vírus já conhecidos, isto é aqueles vírus que já são conhecidos das empresas de anti-vírus.
Uma vez que as empresas recebem uma amostra de um vírus eles o desassemblam para que seja separada uma string (um grupo de caracteres seqüenciais) dentro do código viral que só seja encontrada nesse vírus, e em nenhum programa normal à venda no mundo. Essa string, uma espécie de impressão digital do vírus, passa a ser distribuída semanalmente pelos fabricantes, dentro se suas vacinas.
O “engine” do anti-vírus usa esse verdadeiro banco de dados de strings para ler cada arquivo do disco, um a um, do mesmo modo que o sistema operacional lê cada arquivo para carregá-lo na memória e, ou executá-lo. Se ele encontrar alguma das strings, identificadoras de vírus, o anti-vírus envia um alerta para o usuário, informando da existência do vírus.
Esse método não pode, entretanto, ser o único que o anti-vírus deva utilizar.
Confiar apenas no conhecimento de vírus passados, pode ser pouco, deixando o usuário totalmente à descoberto quanto a novos vírus. Assim os fabricantes de anti-vírus passaram a utilizar de métodos adicionais, que permitissem detectar vírus novos.
Originalmente, e para certos segmentos de programadores, são hackers (singular: hacker) indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas. Originário do inglês, o termo é comumente utilizado no português sem modificação. Na língua comum o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos. Mas também existem os hackers do bem, que ao invés de utilizar toda a sua inteligência para fazer coisas ilegais ele utiliza para melhorar softwares de forma legal. Os hackers são pessoas com alta capacidade mental e com pouca atividade social. Eles geralmente são de classe média e alta, com idade de 16 a 28 anos.
'hack'. A essência de um 'hack' é que ele é feito rapidamente, e geralmente não tem elegância. Ele atinge os seus objetivos sem modificar o projeto total do sistema onde ele está inserido. Apesar de não se encaixar no design geral do sistema um 'hack' é em geral rápido, esperto e eficiente. O significado inicial e benevolente se destaca ao significado recente e mais utilizado da palavra "hacker", sendo a pessoa que geralmente invade redes de computadores com a intenção de roubar ou vandalizar. Aqui no TMRC, onde a palavra "hack" e "hacker" foram criadas e são usadas com orgulho desde a década de 50, ficamos ofendidos o uso indevido da palavra para descrever atos ilegais. Pessoas que cometem tais coisas são mais bem descritas por expressões como ladrões, "cracker de senhas" ou "vândalos de computadores". Eles com certeza não são verdadeiros "hackers" já que não entendem os valores "hacker". Não há nada de errado com o "hacking" ou em ser um "hacker".
Prática de atividades maliciosas e criminosas
Fora do contexto especializado, o termo encontra-se geralmente associado à prática de atividades maliciosas e criminosas, como invasão de computadores, furto de informações, depredação de sites, entre outros. Esta associação é freqüentemente criticada por várias comunidades (notavelmente pelos grupos desenvolvedores de software livre), que utilizam o termo original designando-o às pessoas que tem entendimento avançado de informática e redes, que aplicam seus conhecimentos na modificação e desenvolvimento criativo, disseminam a prática do conhecimento livre e se auto-organizam conectados em rede para o desenvolvimento, criação de eventos, estruturas e disseminação da cultura livre. Não estando estes ligados a atividades ilícitas, impõe-se uma distinção.
Ética hacker
Existe uma ética hacker. Equivocadamente é usado referindo-se a pessoas relativamente sem habilidade em programação e sem ética. Criminosos que quebram a segurança de sistemas, agindo ilegalmente e fora da ética hacker. O problema quando os crackers e script kiddies são referidos como hackers pela imprensa, por falta de conhecimento, e com isto gerando uma discussão sem fim.
Nesse sentido, os hackers seriam as pessoas que criaram a Internet, fizeram do sistema operacional Unix o que ele é hoje, mantêm a Usenet, fazem a World Wide Web funcionar, e mantém a cultura de desenvolvimento livre conhecida atualmente.
É comum o uso da palavra hacker fora do contexto eletrônico/computacional, sendo utilizada para definir não somente as pessoas ligadas a informática, mas sim os especialistas que praticam o hacking em diversas áreas.
É importante lembrar que existe toda uma cultura por trás desse sentido da palavra hacker. A Cultura hacker define diversos pontos para estilo e atitude e, por mais que pareça estranho, muitas das pessoas que se tornam os chamados programadores extraordionários possuem esse estilo e atitude naturalmente.
O termo hoje também é usado para representar todos os que são bons naquilo que fazem, como os artesãos que usavam como principal ferramenta de trabalho o machado, ou Picasso com sua arte fabulosa, eles foram os primeiros hackers. Atualmente o termo indica um bom especialista em qualquer área. Este termo adquiriu esta definição somente após seu uso na informática, designando especialistas em computação.
Os hackers e crackers são indivíduos da sociedade moderna, e possuem conhecimentos avançados na área tecnológica e de informática, mas a diferença básica entre eles é que os hackers somente constroem coisas para o bem e os crackers destroem, porém constroem somente para fins pessoais.
Hacker especialista em segurança
Outros termos utilizados na segurança da informação, para diferenciar os tipos de hacker/cracker são:
- White hat - (hacker ético) hacker em segurança, utiliza os seus conhecimentos na exploração e detecção de erros de concepção, dentro da lei. A atitude típica de um white hat assim que encontra falhas de segurança é a de entrar em contacto com os responsáveis pelo sistema, comunicando do facto. Geralmente, hackers de chapéu branco violam seus próprios sistemas ou sistemas de um cliente que o empregou especificamente para auditar a segurança. Pesquisadores acadêmicos e consultores profissionais de segurança são dois exemplos de hackers de chapéu branco.
- Gray hat - Tem as habilidades e intenções de um hacker de chapéu branco na maioria dos casos, mas por vezes utiliza seu conhecimento para propósitos menos nobres. Um hacker de chapéu cinza pode ser descrito como um hacker de chapéu branco que às vezes veste um chapéu preto para cumprir sua própria agenda. Hackers de chapéu cinza tipicamente se enquadram em outro tipo de ética, que diz ser aceitável penetrar em sistemas desde que o hacker não cometa roubo, vandalismo ou infrinja a confidencialidade. Alguns argumentam, no entanto, que o ato de penetrar em um sistema por si só já é anti-ético (ética hacker).
- Black hat - (aka cracker ou dark-side hacker) criminoso ou malicioso hacker, um cracker. Em geral, crackers são menos focados em programação e no lado acadêmico de violar sistemas. Eles comumente confiam em programas de cracking e exploram vulnerabilidades conhecidas em sistemas para descobrir informações importantes para ganho pessoal ou para danificar a rede ou sistema alvo.
- Script kiddie - Antigamente chamado de Lammer, é um indivíduo que não tem domínio dos conhecimentos de programação. É pouco experiente, com poucas noções de informática, porém tenta fazer-se passar por um cracker a fim de obter fama, o que acaba gerando antipatia por parte dos hackers verdadeiros. Cerca de 95% dos ataques virtuais são praticados por script kiddies.
- Newbie - Newbie, Noob ou a sigla NB, é aquele jovem aprendiz de hacker que possui uma sede de conhecimento incrivel, pergunta muito e é ignorado e ridicularizado maioria das vezes, ao contrario dos lammers não tenta se pôr acima dos outros, geralmente é muito simples e possui uma personalidade ainda fraca.
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